Esse ano é o outro ano

domingo, janeiro 23, 2011

Não sei se é realmente uma conclusão; já que me parece o notar de um padrão da vida. 


Sim meu caro, sobrevivemos por causa das pequenas coisas, desistiríamos de vez da vida se não fosse por causa delas; pelas boas pessoas que nos cercam, essas que, nos propiciam as boas coisas. Eu não sou bom, nunca fui e são elas que me ajudaram a ser bom. Nascemos, e em suma, morremos da mesma maneira; afinal, morremos quando nosso coração pára de bater. Temos a mesma capacidade, porém o uso dela é o que nos diferencia. Somos iguais porém precisamos ser diferentes. Dar um passo e recuar outro. 

Tudo é um círculo vicioso, a realidade pessoal e o fracasso social se misturam em apenas uma, já que sempre precisamos da tragédia para correr atrás da reconstrução. 

O que cansa e como cansa; na vida, parece que se não consegue ultrapassar uma maldita porta que todos atravessam facilmente. Como diz Bukowski - com a qual, recentemente, tenho me identificado em muitas coisas que ele diz -, a vida é um ato de engolir baldes de merda. 

Chego a conclusão de que, talvez, realidade e pesadelo têm que se misturar. O que há de bom, apenas há. O que há de ruim, nos perturba todos os dias.


Postado por André Prado
Estudante de publicidade, formado em nerdices em geral, pós graduado em Netflix, e phD em piadas idiotas. Gasto dinheiro em comida e com livros que não tenho tempo pra ler.

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