10 características irritantes nos games

sábado, fevereiro 12, 2011

Eu gosto de vídeogames, você gosta de vídeogames, tem gente que não sei porque raios não gosta de vídeogames. Porém, em alguns casos, os games gostam de ser chatos pra caralho. Milhões de características inúteis que servem apenas para aumentar sua pressão sanguínea, tacar o controle no chão e desejar o enforcamento em praça pública daquele maldito roteirista do game. Cuidado, ao ler essa lista você já pode obter uma profunda raiva.

Porque perder boa tecnologia com ciência e medicina?
10 – Chefões que geram pequenos inimigos
Os chefes deveriam ser malvados e fortes por si sós. Deveria ser um desafio longo, complexo, e que realmente te deixaria pensando em estratégias complicadas e funcionais. Mas NÃO, CLARO QUE NÃO! Você passa horas e horas matando malditas criaturinhas pequenas, para chegar no chefão e…mais criaturas? Pff. Porque os desenvolvedores pensam que você, eu, e qualquer um outro vai querer lutar contra mais e mais criaturas pequenas? Na hora em que o chefão fica nervoso e manda milhões de criaturescos sem importância te atacar? Me faz parecer “Ei, sou um completo idiota e estou aqui apenas para cumprir história, enquanto isso vá matar meus filhos”.

9 – Upgrades completamente inúteis
Tem horas que um upgrade é essencial para se ganhar o jogo. Em outras horas, deixa o jogo mais fácil. Te dá novas habilidades e aumenta o leque de proporções do gameplay. MAS, acho que muda um pouco quando você gasta seus pontos para “Dar um upgrade no seu chute em uma luta de boxe”. Sério, alguns podem existir, apenas para escolha, mas…existem muitos. E inutilidade mórbida já existe, em grande quantidade, no nosso próximo colocado.

8 – Tutoriais que não terminam
Certo, certo, “Ninguém nasce sabendo”, não é mesmo? Os desenvolvedores realmente prezam pela nossa habilidade e gostam de ensinar tudo o que o jogo pode proporcionar. Só que calma lá, né, não quero fazer anotações de cada bendito comando do game. Poxa, façam um tutorial interativo, ou então um que pode ser desabilitado. HEY, Navi, LISTEN, eu já joguei Ocarina of Time várias vezes e sei muito bem o que fazer, okay?

7 – Dirija, dirija…missões inúteis envolvendo direção
Por um motivo que sabe Deus qual é, milhões de desenvolvedores de games realmente acreditam que seus jogos precisam de partes onde você tem que ir do ponto A ao ponto B, em veículos com controles horríveis e em lugares completamente desconhecidos. Realmente não dá pra se divertir em partes assim. Pior é quando esses desenvolvedores malucos adicionam TEMPO. Oh Deus.

6 – Checkpoints e Saves que estão anos-luz de distância
Com certeza você tem uma vida (OH, SÉRIO?) e não pode ficar jogando um game 24hr por dia. Porém, existem os games que não te deixam parar, porque o maldito checkpoint está no final da tela. Aí você tem duas escolhas: Ou desliga agora e perde seu progresso, ou enfia o dedo no controle e segue em frente sem se preocupar com itens. Pior são os Save Points. No começo da história, tem um a cada centímetro quadrado. Jogue até mais ou menos a metade, e você verá seu primeiro Save Point em quatro horas. Desculpe, vovó, não vou poder visitá-la, mas fique tranquila, o próximo Save Point vem antes do seu aniversário.

5 – CG’s que não podem ser canceladas
Bom, traduzindo o título para o idioma gamer, “Filmezinhos que não podem ser pulados”. Sério, é simplesmente irritante ter que ver o personagem se deliciar como nunca toda vez que você encontrar um item novo. Ei, desenvolvedores, games são feitos para jogar. Se fosse para assistir, agora eu estaria vendo Sessão da Tarde…ou não.

4 – Ir e voltar no mesmo mapa para fazer Sidequests
Viajar é uma maravilha, mas tem seu limite. Você está jogando o game, e algum NPC te diz que ele precisa de um item qualquer, e que ele precisa MUITO, e AGORA. É uma sidequest tranquila, certo? NÃO. Você tem que andar umas duzentas milhas para chegar em alguém que diz que, por maldição do destino, este item está com o Tio da Barraca de Churros, que fica exatamente uns quinhentos quilômetros na direção oposta. Você faz o trajeto, como um idiota, e ao chegar descobre que o item está com o Tio da Barraca de Churrasco, que fica no subsolo do outro continente. Depois de milhões de passos, você consegue devolver o item ao NPC que o queria, e descobre que era tudo muito fútil. Ah, você ganhou seis moedas de ouro pelo serviço. Parabéns, champz.

3 – A AI dos seus companheiros que ficam no caminho
Rá, esses caras deveriam estar te ajudando? Parece brincadeira. A ajuda deles é mais ou menos a ajuda de um técnico do Speedy que foi chamado para desentupir o ralo da pia. Eles pegam as melhores armas, munições, e MediKits, mas não conseguem matar sequer um ser. A melhor coisa que você pode esperar é não ser punido por matar um imbecil “companheiro” que entra na sua frente enquanto você atira. Ou que eles parem de jogar granadas no seu pé.

2 – NPC’s que não calam a boca
Se você não pode me ajudar a salvar a princesa ou a matar o cara malvadão, eu não dou a mínima para o que você tem a dizer. É incrível a quantidade de baboseira dita por NPC’s inúteis. Pior ainda quando eles interrompem o seu trajeto para dizer coisas do tipo “Bem-vindo á Ponte que Partiu”, “Meu pai era um grande “, etc. E lembre-se de que, se “Your Princess is in Another Castle”, porque ajudar e avisar antes do erro, se você pode esperar ele passar pelo castelo todo para então, finalmente, avisar?

1 – Proteger NPC’s estúpidos
Cacilda, existe alguém que gosta de ser babá de algum NPC ridículo? Não. Naturalmente existem dois tipos, os que ficam anos-luz atrás de você, dormindo, e os que simplesmente pulam na frente da porrada. Não dá para entender porque que eles adoram andar em círculos enquanto soldados altamente treinados tentam executá-los. Particularmente eu NUNCA vi uma situação dessas que poderia ser considerada divertida. É um completo desgosto e, em certos casos como Bioshock, a pior parte do game.

Tirado do Games Geral

Postado por André Prado
Estudante de publicidade, formado em nerdices em geral, pós graduado em Netflix, e phD em piadas idiotas. Gasto dinheiro em comida e com livros que não tenho tempo pra ler.

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