Resenha Game: Farcry 3

terça-feira, janeiro 29, 2013

Por Estevan Sena originalmente publicado no blog Na Ressaca

Uma aventura e tanto, foi essa a minha conclusão final sobre Farcry 3, e sendo bem honesto eu devo dizer que não joguei o primeiro game e joguei bem pouco o segundo. O tempo passou e eu me dediquei a outros games, e bom, resolvendo deixar meus RPG`s de lado me dediquei nesse game esperando eu que fosse um FPS qualquer e eis que tive uma surpresa e tanto.

Demorei 3 dias para terminar o game, o que é bastante levando em consideração que eu jogo sem parar e ainda jogo com mais alguns amigos, revezando. Comecei a me impressionar com o game quando joguei a intro, quando somos capturados pelos piratas da ilha e eu meu amigo tentamos fugir do cativeiro e é então no final dessa empreitada que o game realmente começa.

Me deparei logo de cara com gráficos de impressionar, isso em um Xbox 360 com cabo HDMI, mas a surpresa foi na tecnologia gráfica que foi usada no game, nunca vi isso antes, uma espécie de sombra que contorna os personagens e alguns objetos que faz com que tudo tenha profundidade e realismo. Claro que isso se deve na união da Ubisoft Montreal em conjunto com a Ubisoft Massive, Ubisoft Reflections e Ubisoft Shanghai que uniram forças para a produção do game.

Com uma trilha sonora de fazer inveja para muitos pseudo DJs, o game realmente consegue ser envolvente com uma espécie de música eletrônica tribal ou algo assim, somando isso mais o cenário que é em uma ilha fictícia que conta com uma fauna vasta, desde ursos, leopardos, passando por águias e dragões de komodo.

Um ponto interessante do game na minha opinião é que o game alem de contar com um sistema de xp que inteligentemente se encaixa na questão das tatuagens trinais, afinal para cada tatuagem ganha no game você ganha uma habilidade nova. Os itens também são interessantes, bolsas de munição, seringas de life, bolsa para carregar itens e até a carteira para guardar cash são itens que podem sofrer upgrade, claro que isso exige alguns itens, como pele de animais específicos. Além de caçar, explorar e viver uma história cheia de reviravolta o game também conta com uma psico-delia única, com passagens estilo Indiana Jones e brisas alucinógenas fora do comum.

Com vasto repertório de armamento o game não se torna enjoativo, podendo não só oferecer várias armas mas como também opção de fazer upgrades nas mesmas, fora a opção de colocar skins nas armas. O modo cooperativo (para dois players) pode ser jogado online e offline, mas oferece uma história diferente mas que se passa na mesma ilha.

Uma comparação inicial com o antigo Dead Island, game de zumbi que se passa numa ilha, é para alguns inevitável, pelo fato da ilha em si. Mas as comparações são logo descartadas, pois realmente Dead Island era chato, pelo menos para mim, que não conseguia jogar meia hora seguida do game e ficava entediado.

Recomendo esse game e acho que pode ser considerado um dos melhores de 2013, podendo até render algum dia um bom filme.

Enredo 

Jason Brody está de férias com um grupo de amigos numa ilha tropical no Pacífico quando decidem fazer pára-quedismo. Mas todos eles aterram em diferentes partes de uma ilha infestada de piratas, e são feitos prisioneiros por um pirata chamado Vaas. Vaas planeia pedir dinheiro do resgate aos pais deles, para de seguida, vendê-los como escravos. Jason consegue fugir do cativeiro, mas o seu irmão é morto durante a fuga. 

Jason é salvo por um homem chamado Dennis, que faz parte dos Rakyat, nativos da ilha que sofrem sob a influência piratas. O líder dos Rakyat, uma sacerdotisa chamada Citra, inicia Jason na sua tribo e é lhe dado tatuagens guerreiras. De seguida parte para uma série de missões para resgatar os seus amigos cativos, um por um, ao mesmo tempo que ajuda os Rakyat a retomar a sua ilha, ajudado às vezes pelo Dr. Earnhardt, um especialista em fungos e vários remédios nativos e drogas. Ao longo da aventura, Jason amadurece para um guerreiro temível e é admirado pelos Rakyat, apesar dos seus velhos amigos ficarem perturbados com a sua transformação num assassino, especialmente quando ele pensa ficar na ilha para sempre.

Postado por André Prado
Estudante de publicidade, formado em nerdices em geral, pós graduado em Netflix, e phD em piadas idiotas. Gasto dinheiro em comida e com livros que não tenho tempo pra ler.

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