O que passa pelos meus fones #72 - Judas Priest

Nunca fui fã do Judas Priest. Apesar de suas músicas serem legais - atentando sempre os clássicos como "Breaking The Law" e "You Got Another Thing Coming" -, a banda nunca chegou ao ponto de me "obrigar" a usar uma camiseta com o logo, ter algum CD, ou mesmo uma música no meu celular. Simplesmente é uma banda "nada" pra mim.. Entretanto, a fase com Tim "Ripper" Owens (especialmente o Jugulator) e a do imortal disco "Painkiller" - onde o Judas assumiu uma postura mais pesada -, conseguiram alcançar comigo esse status de "gigantes" do heavy metal. Ponto. E isso foi o que ficou pra mim da banda.

Não sou um conhecedor profundo de Judas Priest, mas me baseando em seus clássicos, posso afirmar com alguma propriedade que o último CD lançado em 2008 ("Nostradamus") foi beeem fraquinho.

Rob Halford já está com seus 69 anos, e todos os outros integrantes já estão longe de serem jovenzinhos, mas o que me dá impressão é ouvir uma banda cansada. Se arrastando. Você fã pode discordar de mim e afirmar que essa visão é causada por essa minha impressão desse Judas dos anos 90, mas creio que você tem que concordar com minha opinião de que, infelizmente, a perspectiva para essa "volta" não é nada animadora. 

Mas enfim, minha opinião é só minha opinião. Para quem se animou, "Reedemer Of Souls" sai em 15 de julho pela Epic/Columbia Records.


Estudante de publicidade, formado em nerdices em geral, pós graduado em Netflix, e phD em piadas idiotas. Gasto dinheiro em comida e com livros que não tenho tempo pra ler.

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