Vamos ouvir Tarantino? Essa é mais uma peça de seu quebra-cabeça

Falar de Quentin Tarantino é um verdadeiro exercício de "fanboyzice". E não importa se você assistiu um, dois, ou toda sua filmografia do cineasta, você vira um admirador de sua obra; e quando falo obra, entenda como algo realmente artístico.

Além de suas inúmeras referências a cultura pop e o excesso das cenas de violência exagerada e sangue onipresente, a capacidade de Tarantino em ajuntar todas essa referências visuais à diálogos sempre dinâmicos e espertos faz a tarefa de ir no banheiro se tornar impossível. E aliado a tudo isso, temos uma característica fundamental em qualquer filmes: a sonoplastia. 

Uma sonoplastia bem feita dá toda dinâmica a cena, e no caso de Tarantino não é somente a trilha sonora caprichada, mas servindo para destacar o que está sendo mostrado no momento.

Esse super-cut chamado Hearing Tarantino mostra a enorme importância do design de som na sua característica bem peculiar em fazer filmes.

Entre os filmes utilizados está Cães de Aluguel, de 1992, Pulp Fiction, de 1994, Kill Bill volumes 1 e 2, de 2003 e 2004, À Prova de Morte, de 2007, Bastardos Inglórios, de 2009, e Django Livre, de 2012.


Entre tantas coisas que eu penso, na verdade, não tem nada melhor na vida do que meus heróis, um bom rock n' roll, cerveja, fritas, e um bom papo com uma boa companhia.

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