A história mais comovente de Maurício de Sousa

quarta-feira, abril 01, 2015

Eu como 9 entre 10 crianças cresci lendo os quadrinhos da Turma da Mônica e é sempre uma grande satisfação quando me reencontro com esse tempo.

Dizem que quando lemos um livro a primeira vez, na maioria das vezes não conseguimos absorver totalmente a ideia que o autor quis passar. Quer dizer, a interpretação e o entendimento sobre a obra tende a mudar. Como diria Raul Seixas: "somos uma metamorfose ambulante", e assim como não escrevo da mesma forma que a anos atrás escrevia nesse mesmo blog, a anos atrás você tinha um senso crítico e compreensão bem diferente daquela que você tinha a anos atrás.

O ponto que quero chegar é que quando crianças liamos e nos divertíamos com as histórias do Maurício, mas em muitas das histórias, com certeza não teríamos a mesma compreensão que temos hoje. Um bom exemplo são as histórias do Horácio que carregam uma reflexão filosófica que poucas crianças seriam capazes de compreender, mas que por detrás de uma história boba e inocente, iriam absorver. 

Hoje tenho um gosto pela leitura que cresci não tendo, mas que graças aos gibis da Turma da Mônica fui capaz de criar coragem pra revirar algumas páginas de livros grossos por aí. =)

A história abaixo me arrancou lágrimas másculas e silenciosas. Quem deixou essa maldita cebola aqui na minha mesa? Sem mais.


Postado por André Prado
Estudante de publicidade, formado em nerdices em geral, pós graduado em Netflix, e phD em piadas idiotas. Gasto dinheiro em comida e com livros que não tenho tempo pra ler.

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