O que passa pelos meus fones #106 - The Winery Dogs

Como fãs do Dream Theater chorei, protestei e xinguei muito no Twitter quando o Mike Portnoy resolveu abandonar o barco que ajudou a moldar durante 25 anos. O que é uma vida. Portanto o natural seria o baterista por alguns anos enfrentar uma certa dificuldade de seguir em frente com a cabeça levantada, qualquer quebra de rotina causa esse desequilíbrio das coisas. Não basta talento, pois quem acompanha o mundo do rock sabe muito bem que há diversos casos de ex-integrantes que, ou se recusam abandonar o barco psicologicamente (caso dos Cavalera), ou lucram com isso (caso do Paul Di'anno), o que é preciso é atitude, e para Mike Portnoy não anda faltando isso.

Músico extremamente prolífico, além de integrar projetos de música progressiva desde a época de Dream Theater, como Transatlantic e o Spock´s Beard, desde a saída da sua banda original e após muitos equivocadamente (sendo babacas mesmo) pensando que o Mike iria virar a casaca e fazer parte do Avenged Sevenfold definitivamente, o músico ajudou a formar o Adrenaline Mob, o Flying Colors e o The Winery Dogs, para citar as mais bem sucedidas.

E falando especificamente da última, o super power-trio formado por ele, o exímio baixista Billy Sheehan (que tocou com nada menos que Steve Vai e faz parte do Mr.Big) e o talentoso Ritchie Kotzen (ex-Poison) nas guitarras e vocais. Bom, como poderia dar errado essa combinação?

"Hot Streak", o novo álbum do The Winery Dogs será lançado em outubro desse ano, e semana passada a banda divulgou a primeiro single do novo trabalho chamado "Oblivion".

Entre tantas coisas que eu penso, na verdade, não tem nada melhor na vida do que meus heróis, um bom rock n' roll, cerveja, fritas, e um bom papo com uma boa companhia.

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