O Esquadrão Suicida de Tarantino

Na minha resenha do "Esquadrão Suicida" procurei deixar claro de que ele era sim um filme divertido apesar de seus inúmeros defeitos, e acho que um deles, motivado pela classificação indicativa direcionada ao público mais jovem e até infantil, era a ausência de violência. Claro, é compreensível pra mim, mas ao falarmos de heróis e não vilões, naturalmente acaba se esperando um direcionamento um pouco mais sério de uma Arlequina por exemplo, que no filme vivia um romance de conto de fadas com o Coringa muito mais focado na sua bunda do que no taco de beisebol que ela carregava. Mas enfim, são visões muito particulares do que queríamos e não queríamos.

E Quentin Tarantino? Que saudades desse cara que no começo do ano chutou a porta com "Os 8 Odiados". Cada filme do diretor é marcante pois traz personagens inesquecíveis sempre regados a muito sangue. Posso citar o macarrônico Aldo de "Bastardos Inglórios", o fodão Jules de "Pulp Fiction, as mortais The Bride e Gogo de "Kill Bill", e o mito Django de "Django Livre"...

Já que a DC reuniu sua equipe num filme pra chamar de seu, e se Tarantino resolvesse fazer a mesma coisa? Com certeza o relacionamento do Coringa e da Arlequina iria ganhar outro direcionamento em suas mãos! Talvez numa Terra 2 quem sabe. LOL

O pessoal da Loot Crate Studios ganhou meu respeito ao realizar esse sonho molhado.

Entre tantas coisas que eu penso, na verdade, não tem nada melhor na vida do que meus heróis, um bom rock n' roll, cerveja, fritas, e um bom papo com uma boa companhia.

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