O que passa pelos meus fones #134 - Opeth

Creio que já deixei essa ideia por aí em alguma resenha de alguma banda, do Opeth mesmo talvez... A arte seja ela como for apreciada deve atingir o âmago do admirador, mas fundamentalmente deve ser uma transmissão dos sentimentos e profundidade dos momentos vividos pelo artista.

Ok, talvez esteja muito romântico (estava estudando esse gênero literário hoje), mas é mais ou menos essa ideia. Como falamos de banda e de headbanger, vale dizer que a chatice desse em negar diante a mudança sonora de tal banda que admira chega a ser estupidez. Se não escrevo as mesmas besteiras que antigamente, porque então o Opeth deveria se render ao estilo pré determinado que os alavancaram ao status de grande banda que hoje detém? Na verdade, admiro profundamente o Opeth justamente pela coragem que sempre demonstraram em sua discografia de sempre fazer um álbum distinto do último trabalho, sem se desvincular de seu próprio estilo e mais uma vez estamos diante a um grande álbum.

"Sorceress" e sua faixa-título demonstram que a banda segue firme na veia setentista que escutamos em "Heritage" e em "Pale Communion", mas agora com um peso das guitarras mais próximo a dos trabalhos mais antigos fazendo com que essa mescla seja um belo "stoner progressivo".

Tem como não amar essa banda?

Estudante de publicidade, formado em nerdices em geral, pós graduado em Netflix, e phD em piadas idiotas. Gasto dinheiro em comida e com livros que não tenho tempo pra ler.

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