O que passa pelos meus fones #135 - Megadeth

Prestando uma atenção maior à discografia da banda, especificamente após o absoluto "Rust In Peace", não há um álbum do Megadeth igual ao outro em que guardam a única semelhança de terem passado pelo crivo de... Dave Mustaine.

O chefão de voz de pato esganiçado contrata e manda embora quem quiser, e essa "inconstância" sonora dos álbuns ("Risk" é horrível) se deve não só a essas mudanças, mas pela vontade de Dave fazer o que quer fazer na hora, o que faz tais mudanças de formação se tornarem mais naturais que trocar de TV a cada Copa do Mundo.

Porém em "Dystopia" vejo um tesão que não via há MUITO tempo na banda (acho "Endgame" um puta álbum, mas cada vez mais o vejo com uma característica própria) num álbum que acaba se ligando diretamente a "Rust In Peace" guardadas as proporções, É moderno e coeso, e vindo de uma formação renovada que trouxe emprestado Chris Adler (Lamb of God) capitaneada por um guitarrista talentosíssimo como Kiko Loureiro (HUEHUE BRBR), esse que virou o mais novo braço direito do homem e encaixou no Megadeth como uma luva!

No riff raivoso de "Post American World" tem-se uma ideia bem clara do que estou falando.

E se quer que eu fale mais ainda sobre "Dystopia", clique aqui.

Entre tantas coisas que eu penso, na verdade, não tem nada melhor na vida do que meus heróis, um bom rock n' roll, cerveja, fritas, e um bom papo com uma boa companhia.

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