O que passa pelos meus fones #135 - Megadeth

domingo, agosto 07, 2016

Prestando uma atenção maior à discografia da banda, especificamente após o absoluto "Rust In Peace", não há um álbum do Megadeth igual ao outro em que guardam a única semelhança de terem passado pelo crivo de... Dave Mustaine.

O chefão de voz de pato esganiçado contrata e manda embora quem quiser, e essa "inconstância" sonora dos álbuns ("Risk" é horrível) se deve não só a essas mudanças, mas pela vontade de Dave fazer o que quer fazer na hora, o que faz tais mudanças de formação se tornarem mais naturais que trocar de TV a cada Copa do Mundo.

Porém em "Dystopia" vejo um tesão que não via há MUITO tempo na banda (acho "Endgame" um puta álbum, mas cada vez mais o vejo com uma característica própria) num álbum que acaba se ligando diretamente a "Rust In Peace" guardadas as proporções, É moderno e coeso, e vindo de uma formação renovada que trouxe emprestado Chris Adler (Lamb of God) capitaneada por um guitarrista talentosíssimo como Kiko Loureiro (HUEHUE BRBR), esse que virou o mais novo braço direito do homem e encaixou no Megadeth como uma luva!

No riff raivoso de "Post American World" tem-se uma ideia bem clara do que estou falando.

E se quer que eu fale mais ainda sobre "Dystopia", clique aqui.

Postado por André Prado
Estudante de publicidade, formado em nerdices em geral, pós graduado em Netflix, e phD em piadas idiotas. Gasto dinheiro em comida e com livros que não tenho tempo pra ler.

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